No tom e na cor da juventude
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Diário de Bordo...Museo Salesiano de Quito
Na entrado do Museo Salesiano amazônico e equatoriano dos povos indígenas.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Diário de Bordo...A caminho de Quito-Equador
A caminho de Quito - Equador, no aeroporto de Panamá, encontrei este grupo a dançar para os que passavam. Um dos personagens fazia um som como de um pássaro.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O Sepultamento de Atala

Está é mais uma novela. Com tema cristão, vemos descarrilar pela literatura de François-René de Chateaubriand, de 1801, a história de uma jovem que consagrou sua virgindade a Deus.
Atala era uma donzela cristã que liberta o índio Chactas de seus inimigos. Na ocasião, ela junto com o índio, encontram refugio na caverna do ermitão Pai Aubry.
Temendo estar apaixonada pelo índio e, tendo assim sua consagração ameaçada, Atala envenena-se. Após a morte de Atala, o ínido Chactas faz votos para se tornar um cristão.
A cena que vemos é do momento em que o índio e o ermitão sepultam a jovem donzela. Girodet – autor da pintura – nos leva a recordar o Cristo Morto apoiado pela Virgem. Ao fundo a cruz vazia e em destaque o sepulcro escavado numa gruta.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Manifesto a favor de Papai Noel

Certo dia, um tal de Thomas Nast, caricaturista e cartunista político desenhou a figura de Papai Noel da forma como o conhecemos hoje: esse velho barrigudo, vestido de vermelho, de botas pretas, carregando um saco enorme nas costas; que vem de trenó puxado por umas renas, que é servido por elfos e vive com mamãe Noel. Alguns dizem que ele mora no pólo norte e outros que ele vive nas montanhas de Korvatunturi, na Lapônia, Finlândia. Nem sei onde é isso, mas tudo bem.
A verdade é que a possível origem do Papai Noel está baseada em São Nicolau. Vejam bem: Um santo! Olha que interessante!
Segundo reza à “boca miuda”, ele era o bispo de Mira, séc. III. Costumava levar moedas de ouro num saquinho e depositava nas chaminés daqueles que estavam necessitando de ajuda. Até nisso a lenda moderna copiou...feliz de quem tem chaminé.
Nicolau foi o primeiro santo da Igreja a se preocupar com a educação e a moral das crianças e suas mães. Chegou assistir o Concílio de Nicéia, em 325. Morreu no dia 06 de dezembro de 343.
O que infelizmente aconteceu é que o nosso bom bispo, ou bom velhinho, virou símbolo do capitalismo natalino. E Jesus Cristo, nosso aniversariante, se tornou coisa de Igreja. Mas isso não é culpa de São Nicolau, Santa Claus, Papai Noel ou como cada um queira chamar. A questão não é desprezar Papai Noel ou Santa Claus. É resgatar a verdeira identidade dessa figura que nos aparece à cada Advento, à cada Natal.
Acredito que ainda, como as crianças, não podemos perder a prática de escrever nossos pedidos e colocar em nossas meias. Mas o façamos conscientes: é para um santo simpático que procurava ajudar aqueles que necessitavam. E não a um ícone do capitalismo natalino.
Contudo, se tivermos que pendurar o Papai Noel de Thomas Nast em nossas portas, árvores de natal, no alto dos telhados das casas, sobre as chaminés, subindo em escadas, o façamos lembrando que para nós Papai Noel é um santo: São Nicolau.
É só levarmos em conta as diferenças: em quanto o Papai Noel de Thomas Nast espera encontrar perto de nossas meias leite e biscoitos como recompensa, São Nicolau atendia aos pedidos sem esperar recompensa: somente pelo dom de amar gratuitamente.
Por isso, peçamos a esse taumaturgo para que nos ajude a resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Peçamos para que o Advento não seja um momento para enfeitarmos nossas casas para o Natal, mas tempo de enfeitarmos nossos coraçãoes para recebermos o Amor nascido em Belém. Ainda peçamos para que Jesus continue nascendo em nossos lares, a fim de que, como ele – São Nicolau, possamos ajudar os necessitados e, fazer com que, a cada ano, o natal seja melhor para todos. Por tanto, São Nicolau, rogai por nós!
Márcio Teodoro
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Senhor, fazei de mim um instrumento de sua paz!
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Assim disse Francisco em sua famosa oração.
É dando que recebe.
Contudo, só é possível dar quando recebemos.
É possível dar o que não temos?
Como é possível amar, sem ser amado?
Como é possível ter paciência, se não sou paciente comigo mesmo?
Como é possível falar de Jesus sem o ter conhecido, experimentado, o amado?
Só falamos bem de quem conhecemos bem.
Se não falamos bem de quem conhecemos é porque não o conhecemos bem para falar com propriedade de quem queremos o bem.
Pregar Jesus é falar de tua experiência de amor para com o Mestre.
É falar aquilo que dele aprendeu.
O que você aprendeu de Jesus?
Evangelizar é falar da tua experiência de sentir-se amado por um Deus que quis habitar entre nós.
Ser instrumento é confiar-se nas mãos de quem você conhece bem e ama sempre.
Ninguém se entrega sem confiança.
Confiar é conhecer bem.
E conhecer bem é experimentar o outro em sua inteireza.
É vivenciar o outro no seu dia a dia.
Por isso, vivencie Jesus Cristo e seja seu instrumento.
Só assim você dará o que de fato tem a oferecer: AMOR.
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